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Roteiro voltar para o topo


INÍCIO EM KATMANDU DIA 07 DE OUTUBRO DE 2018

 

1° Dia - Chegada a Katmandu
Chegada a Katmandu e traslado ao Hotel Radisson (5*). Conforme as pessoas forem chegando revisaremos o equipamento de trekking.

2° Dia - Katmandu
De manhã, passeio a pé pela parte antiga da cidade durante o qual conversaremos sobre hinduísmo, budismo e arquitetura usando pequenos templos para ilustrar o que ensinaremos.  À tarde compraremos ou alugaremos os equipamentos de montanha que forem necessários.

3° Dia - Katmandu
Pela manhã, visita a dois importantes templos na periferia de Katmandu, Pashupatinath, templo dedicado ao Lord Shiva, aqui em sua manifestação como Pashupati, o mais importante templo hindu do Nepal. Situado às margens do sagrado rio Bagmati, é o principal local de cremações no Nepal. O segundo templo que visitaremos, Boudnath, é o maior e mais ativo templo budista do Nepal e se situa no coração do bairro budista.

4° Dia - Primeiro dia de trekking - Distância caminhada - 13 km, subida acumulada - 560 m, descida acumulada - 560 m
Voo de Katmandu a Lukla (2800 metros) na região do Khumbu, de onde iniciaremos nosso trekking. O voo, com certeza, será uma das lembranças marcantes da viagem devido à linda vista que teremos do Himalaia. As tão sonhadas montanhas estão lá, erguendo-se a alturas que não supúnhamos que fossem possíveis. Caminhada de 6 horas de duração até Monjo (2800 metros), onde dormiremos à beira do Dudh Kosi, o Rio do Leite. Esse é um dia fácil para começarmos a nos adaptar ao o ritmo da caminhada. Hospedagem em um lodge com banheiro e chuveiro no quarto.

5° Dia - Segundo dia de trekking - Distância caminhada - 6 km, subida acumulada - 700 m, descida acumulada - 120 m
Caminhada com 5 horas de duração até Namche Bazaar (3400 metros), maior vilarejo do Khumbu. Esse é um dia razoavelmente difícil, pois é apenas o nosso segundo dia e a diferença de altitude é grande, mas as vistas do vale do Dudh Kosi e a primeira vista do nosso objetivo, o Everest, fazem o esforço valer a pena.

6° Dia - Terceiro dia de trekking - Distância caminhada - 8 km, subidh4 acumulada - 600 m, descida acumulada - 600 m
Caminhada de aproximadamente 4 horas ao vilarejo de Thamo (3400 metros), fora da rota de trekking e, portanto, mantendo seu modo de vida tradicional. Antes de chegarmos a Thamo, como parte de nosso programa de aclimatação, visitaremos o pequeno e raramente visitado monastério de Lawdo acima de Thamo a 3800 metros, onde seremos recebidos carinhosamente por Ani e Lama, os únicos monges que habitam este monastério há mais de 20 anos. Passar algumas horas neste refúgio de paz, contemplando as montanhas nevadas ao nosso redor e embalados pelo suave som do sino será uma das mais doces lembranças de nosso trekking.

7° Dia - Quarto dia de trekking - Distância caminhada - 8 km, subida acumulada - 900 m, descida acumulada - 450 m
Caminhada de 3 horas de duração a Kunde (3800 metros), outro vilarejo fora da rota de trekking tradicional. Ali se encontra um dos hospitais mantidos pela Hillary Foundation. À tarde, caminhada até uma crista a 4200 metros para aclimatação. Kunde está situada em um lindo vale em forma de ferradura e tem a sua frente uma das mais lindas montanhas do planeta, o Ama Dablam.

8° Dia - Quinto dia de trekking. Distância caminhada 9 km, subida acumulada 650 m, descida acumulada 750 m
Caminhada de 5 horas a Deboche (3700 metros). Iniciaremos nossa caminhada com uma longa descida de 600 metros até cruzar o Rio Dudh Kosi e em seguida ganharemos novamente esta altitude chegando ao maior monastério do Khumbu e sede de importantes festivais, o monastério de Temboche. Destruído em um incêndio em 1989, agora está totalmente reconstruído em seu antigo esplendor. Após visitarmos o monastério, seguiremos por mais vinte minutos até Deboche onde nos hospedaremos em um dos mais novos lodges do Khumbu com a sala de refeições de frente ao Everest. As vistas pela manhã, ao nascer do sol, são simplesmente deslumbrantes. Ao nosso redor os grandes gigantes do Himalaia como o Tramserku, Kantega, Ama Dablam, Lhotse, Nuptse, e, é claro, o Everest, iluminados pela suave luz no amanhecer. E para isso se necessita apenas abrir a cortina da janela de nosso quarto…

9° Dia - Sexto dia de trekking. Distância caminhada 12 km, subida acumulada 1000 m, descida acumulada 770 m
Caminhada de 2 horas de duração a Pamboche (4000 metros). Pamboche é um dos vilarejos mais simpáticos do Khumbu, ficando exatamente à frente do Ama Dablam. Chegando ao lodge, seguiremos para uma caminhada de aclimatação rumo ao campo base do Ama Dablam, a 4600 metros que nos meses de outubro e novembro se encontra repleto de expedições em busca deste lindo cume. Para aqueles que quiserem fazer um dia um pouco mais leve, sugerimos subir até 4300 metros, que é a altitude em que dormiremos a noite seguinte. Tanto para quem chegar ao campo base, quanto para aqueles que atingirem os 4300, as vistas da caminhada são espetaculares. 

10° Dia - Sétimo dia de trekking. Distância caminhada 8 km, subida acumulada 730 m, descida acumulada 380 m
Caminhada de 3 horas de duração até Dimboche (4300 metros). Esse é o vilarejo mais alto do Khumbu com habitação permanente. Como parte de nosso processo de aclimatação subiremos uma crista atrás do vilarejo até 4600 metros de onde poderemos avistar o Makalu, a quinta mais alta montanha do planeta. Para aqueles que ainda tiverem energia podem seguir até o cume do Nangazan Ri a 5080 metros! A partir de hoje e enquanto estivermos acima de 4000 metros daremos uma bolsa de água quente para cada cliente para aquecer os pés nas noites frias que teremos pela frente. 

11° Dia - Oitavo dia de trekking - Distância caminhada - 8,5 km, subida acumulada - 700 m, descida acumulada - 420 m
Caminhada de 3 horas até Dugla (4600 metros). Apesar de pequena em termos de distância e tempo, esta caminhada de hoje é importantíssima em termos de aclimatação. Dormindo aqui quebramos a grande subida entre Dimboche a Loboche. Após um pequeno descanso no lodge seguiremos para nossa caminhada de aclimatação a uma colina onde chegaremos a 4900 metros, a mesma altitude que dormiremos no dia seguinte.

12° Dia - Nono dia de trekking - Distância caminhada - 4,5 km, subida acumulada - 385 m, descida acumulada - 65 m
Caminhada de 3 horas de duração a Lobuche (4950 metros). Aqui, a paisagem muda completamente para vegetação alpina e estaremos caminhando cercados de alguns dos maiores picos deste planeta. Entramos no coração do Himalaia. Embora essa caminhada, em termos de distância, seja bastante curta, poucos quilômetros, ela é um pouco cansativa devido à altitude e a uma subida íngreme logo no início do dia. Ao final desta subida se encontra o Memorial aos Sherpas, lembrando todos os sherpas que morreram escalando o Everest. Almoçaremos no lodge onde iremos dormir, um dos mais confortáveis de toda trilha. Tarde livre para descansar para o duro dia que se seguirá.

13° Dia - Décimo dia de trekking - Distância caminhada - 10 km, subida acumulada - 800 m, descida acumulada - 550 m
Pela manhã, caminhada de 4 horas de duração até Gorak Shep (5190 metros). Após almoçarmos e descansarmos, subiremos o Kala Patar para ver o pôr-do-sol, com o Everest a apenas oito quilômetros de distância, refletindo a luz avermelhada do sol contra um céu azul escuro. A sensação de, após dez dias de caminhada, atingir nosso objetivo e sermos recompensados por essa indescritível vista é emocionante. Embora a subida seja bastante gradual, ela é cansativa devido à altitude. Apesar de nosso lodge ser bastante simples nossos quartos terão lençóis elétricos para amenizar o intenso frio das próximas duas noites.

14° Dia - Décimo primeiro dia de trekking - Distância caminhada - 7 km, subida acumulada - 340 m, descida acumulada - 340 m
Hoje faremos a árdua, porém recompensadora, caminhada até o Campo Base do Everest (5264 metros). De Gorak Shep seguiremos pela morena lateral do glaciar do Khumbu até descermos para o gelo do glaciar propriamente dito e, entre subidas e descidas, contemplaremos as incríveis formações de gelo enquanto nos aproximamos do campo base. Ali, nos meses de abril e maio, centenas de escaladores, estrangeiros e sherpas, se preparam para o grande desafio: estar por alguns minutos no topo do mundo. Retornaremos a Gorak Shep para dormir.

15° Dia - Décimo segundo dia de trekking - Distância caminhada - 13 km, subida acumulada - 190 m, descida acumulada - 1040 m
Hoje, concluídos com sucesso nossos objetivos, iniciaremos nossa caminhada de volta a Lukla.  Saindo de Gorak Shep rapidamente perderemos altitude passando por Lobuche, por Dugla e pernoitaremos no vilarejo de Dimboche (4300 metros). Apesar de ser basicamente descida, este é um dia longo devido a grande distância que percorreremos.

16° Dia - Décimo terceiro dia de trekking - Distância caminhada - 9,5 km, subida acumulada - 200 m, descida acumulada - 770 m
Caminhada de 5 horas de duração de Dimboche a Deboche. Agora, missão cumprida e mais de 1.500 metros abaixo do Kala Patar, podemos comemorar nossos feitos com uma cerveja (naturalmente gelada) enquanto o sol se põe tingindo os picos de dourado. A caminho de Deboche pararemos em Pamboche para receber as bênçãos do Lama Geshe Rimpoche, um dos mais respeitados lamas da região.

17° Dia - Décimo quarto dia de trekking - Distância caminhada - 15 km, subida acumulada - 300 m, descida acumulada - 1200 m
De Deboche seguiremos por um caminho serpenteante até chegarmos em Namche Bazaar onde almoçaremos. Seguiremos, então, para o vilarejo de Monjo onde dormiremos. Apesar de ser um longo dia, com ao redor de oito horas de caminhada, seremos recompensados com a gradual perda de altitude. Hospedagem em um lodge com banheiro e chuveiro no quarto.

18° Dia - Décimo quinto dia de trekking - Distância caminhada - 13 km, subida acumulada - 560 m, descida acumulada - 560 m
Hoje, nosso último dia de trek, caminharemos de volta a Lukla em aproximadamente 5 horas, com nosso coração dividido entre a vontade de voltar aos confortos de Katmandu e o desejo de não abandonar esta região mágica que tantas memórias nos deixará. Como opcional poderemos fretar um helicóptero desde Monjo e fazer um inesquecível voo panorâmico sobrevoando todo nosso trajeto de trekking e também o vale do Gokyo terminando em Lukla. O custo deste voo é de aproximadamente US$ 400,00 por pessoa. Para que o voo possa acontecer é necessário que o tempo esteja limpo e que exista um helicóptero disponível em Lukla. Por estas razões não incluímos este voo no programa. Hospedagem em um lodge com banheiro e chuveiro no quarto.

19° Dia - Voo de Lukla – Katmandu
Pela manhã cedo voaremos de volta a Katmandu. Traslado ao hotel Radisson e restante do dia livre.

20° Dia - Voo de retorno ao Brasil
Traslado ao aeroporto para voo internacional.


Saídas voltar para o topo

  • 07

    Out

    2018

preços |Somente terrestre voltar para o topo

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Hospedagem Apartamento Single Duplo Triplo Chd1 Validade
Apto Standard U$ 4.800 6x U$ 800 07/10/2018 até 26/10/2018 solicitar reserva

FORMAS DE PAGAMENTO
- No Cheque: Em até 6 vezes iguais sem juros no cheque pré-datado. Não aceitamos cheques de terceiros ou de pessoa jurídica cujos proprietários não sejam os viajantes.
- No Cartão: Entrada de 30% (depósito ou cheque) + 3 parcelas iguais nos cartões Visa, Mastercard e Diners;
- No Boleto Bancário: Entrada de 20% (dinheiro ou transferência) + quantidade de parcelas de acordo com a data do embarque;
- Pagamento à vista (depósito ou cheque): 5% de desconto.

Entre em contato para ver Todas as opções de hospedagem

O que inclui voltar para o topo

 

INCLUÍDO:

- Acomodação no hotel citado ou similar, em quartos duplos, com café da manhã; 
- Ingressos e passeios especificados;
- Voos domésticos;
- Transporte especificado no roteiro;
- Acompanhamento de guia da Morgado Expedições a partir de Katmandu;
- Alimentação completa durante o trekking;
- Equipe de apoio com carregadores e guias locais. Cada pessoa terá direito a 15 quilos de equipamento a ser levado pelos carregadores. Uma taxa adicional será cobrada pelo excesso.


NÃO INCLUÍDO:

- Voos internacionais;
- Alimentação fora do trekking;
- Bebidas engarrafadas e sobremesas durante o trekking;
- Banhos durante o trekking (custam em média US$ 4,00 por banho);
- Vistos ou gorjetas;
- Recarga de eletrônicos - seu custo em média é de US$ 4,00 por hora;
- Qualquer item não citado acima.

 

ATENÇÃO: A PARTIR DE 02/01/16 ENTROU EM VIGOR O NOVO IMPOSTO DE REMESSA PARA O  EXTERIOR. ESTE IMPOSTO NÃO ESTÁ INCLUÍDO EM NOSSAS TARIFAS APRESENTADAS NESTE SITE, E O MESMO SERÁ INFORMADO SEPARADAMENTE. 

 

PREÇO
Parte Terrestre Nepal - Trekking ao Campo Base do Everest: US$ 4800 por pessoa, para grupo mínimo de 08 passageiros em quarto duplo. 
Para grupos de 2 ou 3 pessoas: US$ 8000 por pessoa
Para grupos de 4 ou 5 pessoas: US$ 6500 por pessoa
Para grupos de 6 ou 7 pessoas: US$ 5500 por pessoa


- Single Supplement Involuntário 
US$ 400 por pessoa.
Conforme os clientes forem se inscrevendo na viagem serão feitos pares para a divisão de quartos. Caso, ao final do período de inscrição alguém fique sem par, esta pessoa terá de pagar um single supplement de US$400.

- Single Supplement Voluntário 
US$ 800 por pessoa.
Caso a pessoa escolha ficar em quarto individual pagará o dobro do Single Suplement Involuntário, ou seja, US$800 já que por sua escolha outra pessoa do grupo também ficará em um quarto individual. Este pagamento  não garante o quarto single no trekking, apenas em Katmandu.

FORMAS DE PAGAMENTO
- No Cheque: Em até 6 vezes iguais sem juros no cheque pré-datado. Não aceitamos cheques de terceiros ou de pessoa jurídica cujos proprietários não sejam os viajantes.
- No Cartão: Entrada de 30% (depósito ou cheque) + 3 parcelas iguais nos cartões Visa, Mastercard e Diners;
- No Boleto Bancário: Entrada de 20% (dinheiro ou transferência) + quantidade de parcelas de acordo com a data do embarque;
- Pagamento à vista (depósito ou cheque): 5% de desconto.   


CONDIÇÕES DE CANCELAMENTO
A Freeway Viagens cobrará uma taxa de cancelamento de 20% do valor da viagem de clientes, caso a desistência aconteça entre 60 e 30 dias antes do início da mesma e 50% de clientes que desistirem da viagem entre 29 dias e 15 dias antes da data do início da viagem. Depois disso não haverá restituição de nenhuma parte do pagamento.

CONDIÇÕES GERAIS
* Documentação para embarque: para sua tranquilidade providencie a documentação com antecedência.
* Crianças menores de 18 anos que não estejam acompanhadas de pai e mãe, devem obrigatoriamente ter autorização com firma reconhecida daquele que não está presente.
* Preços sujeitos a alterações sem aviso prévio.
* Preços sujeitos à disponibilidade nas classes aéreas correspondentes.
* Verifique com o consultor se os valores divulgados tem restrições para o mínimos de participantes.
* A ordem dos passeios não será obrigatoriamente a descrita acima.
* A programação acima pode sofrer alterações devido a fatores climáticos, de acesso, ou outros que a operadora julgue poderem interferir na segurança ou bem estar dos viajantes. 

 

VOOS
De um modo geral as empresas aéreas do Golfo como a Emirates e Qatar tem bons preços e conexões para Katmandu. Também a Turkish Airways é uma boa  opção.

 

DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA - Para Brasileiros

Obrigatório passaporte com validade mínima de 6 meses contados a partir da data de embarque;
- Brasileiros podem tirar visto do Nepal na chegada e custa US$ 40 por um mês. Necessita uma foto 3x4 para o visto e uma foto 3x4 para a permissão do trekking;
Para passageiros viajando com passaporte brasileiro é obrigatório ter a vacina de Febre Amarela. Recomendamos também as vacinas de Hepatite A e Febre Tifóide.  Recomendamos conversar com o seu médico sobre vacinação e fazer uma consulta a um dos serviços de Medicina dos Viajantes. Esses serviços estão disponíveis na Clínica de Vacinação Cedipi em São Paulo (11) 3887-6111 ou no Hospital Emílio Ribas. Para agendamento acessar este link http://www.emilioribas.sp.gov.br/pacientes-e-acompanhantes/medicina-do-viajante/
 
No Rio de Janeiro entrar em contato com o Cives - http://www.cives.ufrj.br/informacao/agenda/agenda.html  ou com o Vaccini - https://vaccini.com.br/cbmevi/o-que-e-a-medicina-do-viajante  

Em outros estados consultar a lista de centro de vacinações da ANVISA - http://www.anvisa.gov.br/hotsite/viajante/centros.pdf   

 

 

Info voltar para o topo

Perguntas e respostas mais frequentes


1 - Como é o clima nesta viagem?
Nas montanhas temos uma variação bastante grande de temperatura dependendo da altitude onde estamos. Em Katmandu, a temperatura será agradável durante o dia, ao redor de 25 graus, caindo um pouco a noite. Durante o trekking, temos temperaturas agradáveis para caminhar durante o dia, mas ao cair do sol fará bastante frio principalmente nos vilarejos mais altos, quando podem chegar a 12 graus negativos durante a noite. Como não chegamos ao lodge depois das 4 da tarde, nunca pegaremos essa temperatura, a não ser no dia do por do sol no Kala Patar. Mas, daí teremos o Everest na nossa frente e isso compensa qualquer frio…

2 – Como serão nossos transportes?
Em Katmandu passearemos bastante a pé para melhor conhecermos a cidade, mas para algumas visitas usaremos vans ou mini ônibus dependendo do tamanho do grupo. Nossa viagem para Lukla e de volta a Katmandu será em pequenos aviões para 14 pessoas. Apesar da sensação de fragilidade, esses aviões têm voado esta rota há vários anos sem acidentes e os pilotos são extremamente experientes.

3 – Como é nossa acomodação?
Em Katmandu nos hospedaremos no Hotel Radisson (5*) ou outro hotel similar em quartos duplos com café da manhã. Caso você prefira, pode optar pelo quarto individual com um custo extra de US 800. Caso ao final do período de inscrição alguém ficar sem par para dividir um quarto, terá de pagar um suplemento de acomodação individual de US$ 400.
Durante o trekking, nos hospedaremos em abrigos de montanha em quartos duplos. O banheiro é fora do quarto, mas normalmente dentro do prédio onde dormiremos. Não podemos garantir quartos individuais durante o trekking mesmo para aqueles pagaram o suplemento em Katmandu. Usamos os melhores lodges em cada vilarejo sendo que os requisitos usados para a escolha são limpeza, boa comida e hospitalidade. Os donos de todos os lodges são velhos amigos nossos e assim somos tratados durante nossa estadia.

4 – Porque usamos um hotel 5 estrelas em Katmandu quando no trekking vamos ficar em alojamentos simples?
Depois de uma longa viagem internacional do Brasil ao Nepal é um alívio chegar a um bom hotel, confortável e silencioso, fora do bairro turístico do Thamel que é muito interessante para passear, mas ruidoso e caótico para dormir. Também na volta do trekking, após duas semanas dormindo em alojamentos simples, é delicioso voltar ao conforto de um bom hotel, afinal, depois de ter superado nosso desafio merecemos algumas boas noites de sono!

5 – Que roupas e equipamentos devo usar?
Com nossa experiência de anos nesta trilha, desenvolvemos uma completa lista de roupas e equipamentos para serem levados para o Nepal ou comprados lá. Parte desta roupa pode ser deixada em Katmandu (o que não será útil na trilha), e o restante será colocada em um duffle bag (grande bolsa de cordura com zíper que pode ser comprada em Katmandu) e levada por nossos carregadores. Cada cliente tem direito a 15 kg para ser carregado pelos carregadores. Caso o peso ultrapasse os 15 kg, outro carregador pode ser contratado a um custo extra.

6 – Como este trekking é classificado em termos de dificuldade?
O grau de dificuldade de uma trilha é bastante subjetivo. O que é uma trilha fácil para um, é impossível para outro dependendo da forma física, experiência, idade e, mais do que tudo, motivação. Apesar disso, de um modo geral, costuma-se classificar a trilha do campo base do Everest em grau médio de dificuldade. As distâncias percorridas a cada dia são pequenas, de um modo geral não mais de 10 quilômetros, a acomodação confortável, a comida boa e variada, e acredite, tudo isso influencia na maneira como você percebe a dificuldade de uma caminhada. Como fator de dificuldade, a altitude é grande e por muitos dias permanecemos acima de 4.000 metros. Também o frio dificulta um pouco, mas com bom equipamento, essa dificuldade é contornada. Como resumo, podemos dizer que uma pessoa saudável, em regular estado de preparo físico poderá fazer esta trilha sem maiores problemas. Recomendamos um preparo físico de pelo menos 6 meses para aqueles que são sedentários. Caminhadas, bicicleta e aparelhos como step nas academias são treinos efetivos para o que vamos enfrentar na trilha. Mas, mais do que tudo, desfrutar o que esta trilha nos oferece será o melhor incentivo para completar cada dia com um sorriso nos lábios.

7 - Quanto dinheiro devo levar?
A alimentação em Katmandu é boa, variada e barata e com US$ 20 por dia comemos duas boas refeições. Gorjetas não estão incluídas e o artesanato é bonito e barato. Importante: Nossa recomendação é levar o dinheiro dividido em Cartão de Débito (não é cartão de crédito, mas um cartão que permita saques de dinheiro em caixas eletrônicas lá), cartão de crédito normal (Visa ou Mastercard, American Express não é muito aceito no Nepal) e Dólar ou Euro. Se levar dólares, lembrar que devem ser as notas novas, com as caras dos presidentes “grandes” e não as notas antigas. Também, de preferencia, que não contenham nenhuma rasura.
Fora isso, durante o trekking gastaremos ao redor de US$ 3 a 4 por banho (todos os lodges oferecem banhos com água quente), recarga de eletrônicos (em média US$ 4,00 por hora), bebidas engarrafadas (não estão incluídas) e a gorjeta de nossa equipe que recomendamos que seja de US$ 150 por pessoa. Além disso, ao chegarmos ao aeroporto tiraremos o visto do Nepal com um custo de US$ 40 (precisa uma foto 3x4). Precisa de outra foto 3x4 para a permissão de trekking.

8 - Por que exigimos que você, para participar desta viagem, tenha um seguro de viagem que cubra resgate por helicóptero?
É tranquilizante saber que, se algo acontecer, você pode ter tratamento gratuito nos melhores hospitais ou, se for o caso, ser transportado a um dos países vizinhos (Tailândia ou Cingapura) com melhor atendimento médico, sem custo. Também sua bagagem está segurada no caso de extravio durante os voos. Toda ocorrência deve ser comunicada o mais rapidamente possível à companhia de seguros. Leia com muita atenção seus direitos e deveres perante a seguradora para não haver problemas futuros.

9 – O Nepal é um país seguro?
Violência é uma coisa pouco comum na Ásia como um todo e no Nepal ainda mais rara. Você poderá com tranquilidade caminhar pelas ruas a qualquer hora do dia ou da noite. Aliás, esse é um dos aspectos surpreendentes de viajar pelo Nepal. Apesar da pobreza extrema do país e de seus habitantes, a doutrina do Karma, lei da Causa e do Efeito, seguida tanto por hindus como por budistas, desestimula a prática da violência como método de melhoria de suas condições de vida.

10 - E quanto às doenças?
As condições de higiene em Katmandu são realmente precárias e muitas das doenças tropicais são prevalentes. Com algumas vacinas (Hepatite A e Febre Tifoide) e cuidados enquanto estivermos lá, o risco de ficarmos doentes será mínimo. Cuidado com a água e evitar saladas cruas e frutas com casca normalmente são medidas que evitam as doenças mais comuns. Recomendamos conversar com o seu médico sobre vacinação e fazer uma consulta a um dos serviços de Medicina dos Viajantes. Ver o menu Voos, Vistos e vacinas. 
Durante a trilha evitamos comer carne fresca já que as condições de transporte e armazenamento são precárias. Para aqueles que sentem muita falta de carne, sugerimos levar salames ou carnes embutidas que se conservem sem refrigeração. Atum enlatado é disponível em quase todos os lodges, assim como alimentos preparados com atum.

11 – Como são os abrigos de montanha onde dormiremos e comeremos?
A cada ano que passa os abrigos estão ficando mais confortáveis. De um modo geral são construções de pedra e madeira de dois andares. No andar de baixo ficam a cozinha e a sala de refeições. Nesta sala existem mesas e bancos cobertos de tapetes tibetanos e uma salamandra que é ligada ao redor das 16 horas deixando a sala aquecida. No andar de cima são os quartos, cada um com duas camas razoavelmente estreitas com travesseiros. Os quartos não são aquecidos. O banheiro que tradicionalmente era fora, em uma pequena casinha de madeira e com um buraco no chão (sem muito mau cheiro ou moscas devido ao frio e a altitude), hoje mais e mais está dentro do abrigo e com privada de louça. Também o chuveiro costumava ser fora (e em alguns abrigos ainda é) com um balde acima do teto onde era colocado 20 litros de água quente. Mais uma vez, isto está mudando e com mais frequência são dentro da casa e aquecidos a gás. É possível tomar banho em todos os abrigos com exceção de Gorak Shep, nossa noite mais alta. Mas, devido ao frio e o fato do ar ser muito seco, não há necessidade de banho todos os dias.

12 – Este trekking é muito desconfortável?
Apesar de estarmos em uma região bastante remota, procuramos deixar a caminhada o mais confortável possível, afinal são 15 dias nas montanhas e a maior parte das pessoas não está acostumada a trekkings tão longos. Você entregará todos os dias pela manhã seu duffle bag com todo seu equipamento aos nossos carregadores e caminhará com apenas uma mochila de 30 a 50 litros com sua máquina fotográfica, um litro de água, filtro solar e labial, anorak (corta vento), alguns snacks e as roupas que, pela manhã, orientaremos para você levar. Nossos carregadores e sherpas estão sempre atentos a nossas necessidades e terão o maior prazer em levar também esta pequena mochila caso você esteja cansado ou tenha algum problema de coluna.
Neste trekking usamos abrigos de montanha e não barracas, o que acrescenta um considerável grau de conforto. À noite sempre estaremos dentro da sala de refeições que é aquecida e a comida é saborosa e variada. Existe também a possibilidade de banhos diários com água aquecida. E, como um toque extra de conforto, nas noites acima de 4.000 metros (Dimboche, Lobuche, Gorak Shep), você ganhará uma bolsa de água quente para colocar no seu sleeping bag antes de ir dormir de modo que ao entrar nele já estará aquecido e assim se manterá por várias horas durante a noite.

13 - Como faço para tirar o visto e quanto custa?
O visto do Nepal deve ser tirado no aeroporto de Katmandu na chegada e custa US 40,00. Levar uma foto 3x4 para o visto e uma foto 3x4 para a permissão de trekking.

14 – E se eu quiser fazer uma extensão ao Tibete ou a Índia?
Se você tem alguns dias a mais de férias, não perca a oportunidade de conhecer Lhasa, a capital do Tibete, com seus maravilhosos monastérios ou então algumas das mais importantes cidades da Índia como Varanasi, Kajuraho, Agra e Delhi. Entre em contato conosco ou com seu agente de viagens e ele lhe oferecerá uma dessas maravilhosas opções.

15 – Existe algum limite de idade?
Devido ao fato de que crianças têm maior predisposição a desenvolver Mal de Altitude recomendamos não levar crianças de menos de 13 anos a este trekking. Teremos o maior prazer em recomendar lindos trekkings a regiões com altitudes mais moderadas ideais para famílias. Quanto ao outro lado do espectro de idade, recomendamos que pessoas com mais de 50 anos visitem seu médico e que façam uma avaliação cardiológica antes de fazerem o trekking.

16 – E se eu tiver alguma doença crônica como hipertensão ou diabetes?
De um modo geral, doenças crônicas controladas não são impedimento para fazer o trekking, mas recomendamos fortemente que a pessoa consulte seu médico e que discuta com ele sobre se este trekking é uma atividade adequada para ela. Estamos à disposição para dar ao seu médico todas as informações que ele necessite sobre o trekking para ele tomar sua decisão. Entre em contato conosco.

17 – Posso fazer ligações internacionais ou ter acesso a internet durante o trekking?
Em todos os lodges existe um sistema de wi-fi com cartões pré-pagos embora nem sempre a velocidade seja muito boa. Em alguns lodges também existe sinal de celular.

18 – Posso recarregar os meus eletrônicos durante o trekking?
Todos os lodges tem eletricidade através de pequenas hidroelétricas ou de geradores. O custo é alto, ao redor de US 4 por hora de recarga, em média. Conforme a máquina fotográfica, vale mais a pena trazer baterias extras ou power banks.

Anfitriões voltar para o topo

Manoel Morgado

Desde muito jovem aventurou-se primeiro pelo Brasil e depois pelos países da América do Sul. Em 1980 formou-se em medicina e fez especialização em pediatria, mas antes de começar a trabalhar seguiu para uma longa viagem de dois anos de duração pela Europa e Ásia e este ano na Ásia acabou sendo determinante em sua história de vida.
Voltando ao Brasil trabalhou como pediatra por cinco anos, mas acabou percebendo que necessitava unir trabalho com viagens e voltou para a Ásia onde viajou por outros três anos. Em 1992 abriu sua primeira empresa de turismo levando brasileiros para viajar pelos lugares que amava. Desde então guiou centenas de pessoas por inúmeros países. Em sua convivência com as culturas asiáticas acabou entrando em contato com yoga, meditação e budismo que influenciaram profundamente sua maneira de ver o mundo. Também teve a oportunidade de praticar vários esportes de aventura como kayaking, rafting, ciclo turismo, escalada em rocha e em gelo. Mas estar rodeado por montanhas nevadas é o que faz com que se sinta mais realizado. Manoel já escalou dezenas das principais montanhas do mundo incluindo as mais altas da América do Sul (Aconcagua), da América do Norte (McKinley), da Europa (Elbrus), da África (Kilimanjaro), da Oceania (Kosciuszko), além das mais altas da Bolívia (Sajama) e do Equador (Chimborazo). Em setembro de 2009 escalou o Cho Oyu, (8201 metros) a sexta mais alta montanha do planeta e em maio de 2010 colocou os pés no cume do Everest tornado-se o oitavo brasileiro a lograr este feito. Em dezembro de 2011 concluiu a escalada da montanha mas alta de cada continente, o chamado Sete Cumes (Seven Summits), tornado-se o segundo brasileiro a conquistar este feito. Em março de 2012 lançou seu primeiro livro ? Sonhos Verticais ? contado suas escaladas do Cho Oyu e Everest.

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